THE PIXEL PROJECT
Contrapondo a fotografia química, cuja definição da imagem dependia do nº de pontos e do seu tamanho; ou seja, quanto maior o ponto menor o nº que compunham a imagem, logo menor definição. O processo na imagem digital é um pouco diferente, porque o tamanho do pixel não varia, o que varia é o seu número; quanto mais pixeis mais definição da imagem.
A este processo equiparou Donald Kuspit ao impressionismo de Seurat, na qual a pincelada se equiparava ao pixel. Neste sentido, a imagem digital pode ser encarada como uma enorme trama de cores que associadas de determinada maneira configuram uma imagem.
Este projecto apresenta a maior participação desde a sua abertura em Outubro de 2007: 47 propostas. Foi árdua a selecção das maravilhosas propostas que chegaram à direcção do museu, entre as quais foram apuradas 28: A. Bill Miller (EUA), António Azenha (Portugal), Arthur Tuoto (Brasil), Ben Dunkle (EUA), Bruno Bresani (Brasil), Bryant Dameron (EUA), Dora Águila (Chile), Eva Lewarne (Polónia), Henry Gwiazda (EUA), Jesus Aguilar (México), Jesvin Yeo (Singapura), Jinson Joseph (Índia), Jorge Simões (Portugal), Josh Parkins (EUA), JudsoN (EUA), Karl Larson (Inglaterra), Lemeh42 (Itália), Marco Bonvini (Itália), Matthias Fitz (Alemanha), Moskal (Polónia), Osvaldo Cibils (Uruguai), Pato (Portugal), Rick Niebe (Itália), Rosa Menkman (Holanda), Rui Antunes (Portugal), Sarawut (Tailândia), Steve Hoskins (EUA), SofyY (Rússia).

Longing and Legacy, Bryant Dameron
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